maio 29, 2017

História Vai e Vem





O Projeto “ História vai e vem”, vai ao encontro do desenvolvimento de competências transversais a diferentes áreas/disciplinas curriculares, através da escrita criativa.  Os alunos dos 4º e  5º anos, do Agrupamento de Escolas Conde de Ourém,  envolveram-se na escrita e ilustração de uma história que andou a viajar de escola em escola, semanalmente, segundo uma ordem definida.


História Vai e Vem - o Ebook

maio 02, 2017

Apreciar a poesia com as novas tecnologias - (YOUTUBE)

EUGÉNIO DE ANDRADE

Poeta português, nasceu em 19 de Janeiro de 1923 em Póvoa de Atalaia, Fundão, no seio de uma família de camponeses. A sua infância foi passada com a mãe, na sua aldeia natal. Mais tarde, prosseguindo os estudos, foi para Castelo Branco, Lisboa e Coimbra, onde residiu entre 1939 e 1945.
Abandonou a ideia de um curso de Filosofia para se dedicar à poesia e à escrita, actividades pelas quais demonstrou desde cedo profundo interesse, a partir da descoberta de trabalhos de Guerra Junqueiro e António Botto. Camilo Pessanha constituiu outra forte influência do jovem poeta Eugénio de Andrade.
Embora não se integre em nenhum dos movimentos literários que lhe são contemporâneos, não os ignorou, mostrando-se solidário com as suas propostas teóricas e colaborando nas revistas a eles ligadas, como Cadernos de Poesia; Vértice; Seara Nova; Sísifo; Gazeta Musical e de Todas as Artes; Colóquio, Revista de Artes e Letras; O Tempo e o Modo e Cadernos de Literatura, entre outras.

fonte:https://www.youtube.com/watch?v=NVndAB7gmXY

Poesia para crianças


O poeta Mário Quintana além de escrever para adultos, dedicou seu talento também ao público infantil. Quintana escreveu para as crianças de forma simples e bem-humorada e soube, como poucos, entrar facilmente o universo infantil.

POEMA
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro de quem lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhoso espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...

Mario Quintana



fonte: http://poesiaparacrianca.blogspot.pt/search/label/Mario%20Quintana